QUEM É QUEM NO JP! Orlando Lacanna
- 57 anos e viajante do nosso interior.
Não faz Lista, mas com certeza já viu mais de quinhentos clubes. Viu times
especiais, como o Carioba de Americana, o Comercial
de São Paulo e o Minister de Santo Amaro.
Jurandyr Junior
- 40 anos, juventino e americano. É o membro mais polêmico da equipe e foi o responsável por reunir a maioria dos integrantes do grupo pré-JP. Possui 594 times na Lista.
Já viu jogos na Letônia, Lituânia, Estônia, Eslováquia e Áustria. É o
mais viajado do grupo e possui trunfos absurdos.
Victor Minhoto
- 29 anos, juventino roxo, mas consciente do mundo. Tem 418
times vistos. Atualmente mais atuante no futebol
mineiro. Viu Inglaterra e Argentina em Wembley, e
viu times do cacife de Wrexham e Finn Harps. Estevan Mazzuia
- 29 anos, já torceu para time grande, mas atualmente prefere acompanhar os times das divisões de acesso. Tem 355 times na Lista, com Manchester United, Ideal de Sete Lagoas e South Melbourne como trunfos. O único no JP que viu times das 6 confederações.
Fernando Martinez
- 31 anos, e sempre fica nervoso com a Lusa e o Juventus. Possui 453 times na Lista.
Apaixonado pela Javari, Comendador Souza e Canindé.
Tem trunfos como a Seleção Chinesa, Independiente Medellin, Rio Grande,
Carlos Renaux e Lami de Porto Alegre.
David Libeskind
- 41 anos, grande torcedor do Nacional e simpatizante do
Corinthians. Apesar de viver no cinema, tem 315 times
na Lista e trunfos como Colorado do Paraná, Tchecoslováquia e Polônia. Emerson Ortunho
- 35 anos, fanático torcedor do Jabaquara de Santos. Foi o último integrante a ser incorporado no grupo pré-JP. Também possui seus trunfos, como o Vila Aurora do Mato Grosso e o Juventud de Pergamino da Argentina. É grande conhecedor dos clubes argentinos e tem 285 times na Lista.
JOGOS PERDIDOS - O site de futebol mais alternativo do Brasil!
Nacional chega ao G8 da Série A3
Olá,
No último final de semana, voltei a me dedicar ao acompanhamento do Campeonato Paulista da Série A3, começando minha jornada dupla, no sábado, por aqui mesmo em São Paulo no Estádio Nicolau Alayon para conferir a partida Nacional A.C. x São Carlos F.L. que valeu pela décima terceira rodada da primeira fase da competição e, lá chegando, encontrei o perdido David, também chamado de Panda e o Rafael Lusitano que é um dos mais antigos amigos do JP.
Antes das equipes entrarem em campo, ainda deu um tempinho para bater um papo com o pessoal de duas rádios de São Carlos que não só conhecem o JOGOS PERDIDOS com o também acompanham o nosso trabalho. Um abraço a todo o pessoal das duas emissoras.
Saindo do lado social e indo para o futebolístico, vamos com as fotos EXCLUSIVAS dos times e dos árbitros que estão abaixo:
Nacional A.C. - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.
São Carlos F.L. - São Carlos/SP. Foto: Orlando Lacanna.
Quarteto de arbitragem formado por Luciano Guilherme Coelho, seus assistentes Rafael Ferreira da Silva e Daniel Freiria Yeda, além do quarto árbitro José Paulo Canale com os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.
Como o Nacional vinha de dois empates consecutivos, a vitória era fundamental para o time ferroviário pensar em classificação e, por conta disso, o Naça saiu com tudo logo no início do jogo, mas não conseguiu levar muito perigo à meta do São Carlos.
Cruzamento não aproveitado pelo ataque do Nacional. Foto: Orlando Lacanna.
Somente aos 19 minutos os donos da casa criaram a primeira situação perigosa, numa jogada que o goleiro Tiago saiu corajosamente nos pés do avante Rogério, praticando difícil defesa. O mesmo Rogério carimbou o poste direito da meta do time do interior aos 25 minutos, na segunda e última jogada de maior perigo do Nacional na primeira etapa.
Disputa de bola junto a lateral. Foto: Orlando Lacanna.
Somente aos 39 minutos o São Carlos foi perigoso no seu campo de ataque, quando o atacante Marcelo Dias, livre de marcação no bico da pequena área, mandou de cabeça a bola contra o poste direito do goleiro Wagner do Nacional. Nos últimos minutos os anfitriões conseguiram três escanteios em menos de dois minutos, mas mesmo assim não conseguiram vazar a defesa visitante e, como conseqüência o empate em 0 a 0 permaneceu até o final da primeira etapa.
Uma das raras defesas do goleiro do Nacional no primeiro tempo. Foto: Orlando Lacanna.
A segunda etapa começou com o São Carlos dominando as ações nos primeiros dez minutos, criando pelo menos uma boa chance e, numa roubada de bola do lateral Max do Nacional, nasceu um cruzamento pela direita e o artilheiro Rogério, de cabeça, aos 13 minutos, abriu o placar a favor do time da casa, num momento que o São Carlos estava melhor na partida.
Mesmo tendo aberto a contagem, o Nacional não se acertava em campo e, com isso, permitia ao time da "Águia da Central" se tornar mais perigoso no campo de ataque, mas aí começou a aparecer a boa atuação do goleiro Wagner.
Wagner voando e praticando difícil defesa. Foto: Orlando Lacanna.
Tentativa de armação de jogada ofensiva do Nacional. Foto: Orlando Lacanna.
Um time que conta com um artilheiro em campo tem sempre um trunfo que poderá ajudar na obtenção da vitória e foi exatamente isso que aconteceu, quando novamente o artilheiro Rogério, aos 32 minutos em outro lance de cabeça, marcou o segundo gol do time da Rua Comendador de Souza, jogando um balde água fria nas pretensões do São Carlos que ainda teve o seu atleta Lucas Bahia expulso aos 35 minutos.
Bola no fundo da meta do São Carlos no segundo gol. Na sequência do lance a comemoração dos atletas do Nacional e a desolação do goleiro do São Carlos. Fotos: Orlando Lacanna.
Depois do segundo gol, quase mais nada de importante aconteceu a não ser outra boa defesa de Wagner e, com isso o placar final ficou mesmo Nacional 2 - 0 São Carlos que colocou o time paulistano no grupo das oito equipes que estariam classificadas à segunda fase se a competição tivesse terminado nesse fim de semana. Como a diferença de pontos entre as equipes na tabela de classificação é pequena, o São Carlos ainda pode chegar, pois ainda restam seis partidas para cada equipe.
Fim de partida e rápido retorno para casa para curtir um descanso e um belo jantar em família. Foi isso.
Crescendo a cada semana em número de participantes, o JOGOS PERDIDOS aproveita o embalo e lança o 4º Soteio JP! E o prêmio será mais uma camisa oficial de futebol, oferecida logicamente pela Deka Sports.
Desta vez a camisa será a do União Futebol Clube, de Mogi das Cruzes, que disputa atualmente a série A3 do Paulistão. O time é antigo, foi fundado em 07/09/1913 e a mascote da equipe é a Serpente do Tietê.
Frente e verso da camisa em sorteio. Fotos: Orlando Lacanna.
Detalhes do escudo e da marca da camisa em sorteio. Fotos: Orlando Lacanna.
Para concorrer é bem fácil: basta clicar no ícone "Sorteio JP" que está na lateral esquerda desta página ou clicar aqui. Na página que abrirá vocês encontrarão as informações de como participar. Ah, e avisem os amigos!
Juventus apronta na Javari e faz o Rio Preto respirar
Olá!
Na última quarta-feira tivemos mais uma matinê de futebol na Rua Javari. Em campo Juventus e Rio Preto se enfrentaram na luta para fugir do rebaixamento na Série A1 do Paulistão. Por lá, eu, o David e o Seu Natal representamos o JOGOS PERDIDOS, além dos velhos conhecidos de sempre: Sergio Manjuillo, Alfredo, o JR (ex-Jandir), o Paolo Gregori, entre outros.
O jogo era o chamado "jogo de seis pontos", pois as duas equipes estão na luta contra o descenso. Para o Juventus, a vitória significaria praticamente se livrar do fantasma, já para o Rio Preto, só mesmo a vitória faria a equipe respirar. E vamos com as fotos iniciais da partida.
C.A. Juventus - São Paulo / SP. Foto: Emerson Ortunho.
Rio Preto F.C. - São José do Rio Preto / SP. Foto: Emerson Ortunho.
Quarteto de arbitragem, formado pelo árbitro Antonio Rogério Batista do Prado, pelos assistentes Carlos Augusto Nogueira Junior e Alex Alexandrino e o quarto árbitro Luiz Flávio de Oliveira. Foto: Emerson Ortunho.
A partida começou bem movimentada, mas com um nível técnico aquem da primeira divisão. Apesar de ser o visitante, o Rio Preto, talvez pela sua necessidade eminente da vitória, partiu para cima. A equipe começou a criar chances seguidas, obrigando o goleiro juventino a praticar seguidas boas defesas. O Juventus, às vezes respondia com alguns ataques, mas quem mandava no jogo mesmo era o Rio Preto.
Defesa juventina afasta o perigo da sua área. Foto: Emerson Ortunho.
Jogadores observam a bola passar. Foto: Emerson Ortunho.
O domínio da equipe alvi-verde acabou resulltando em gol. Após uma cobrança de lateral para a área juvetina, a defesa grená resolveu somente assistir o lance, então o camisa 10, Ricardinho, do Rio Preto, deu um bonito chute de "puxeta", pois ele estava de costas para o gol e marcou para os visitantes. Nem mesmo o goleiro juventino que até ali fazia uma boa partida foi no lance. Com a vantagem no placar a equipe do interior já começou a se fechar na defesa e o jogo seguiu para o intervalo em 1 a 0.
Disputa de bola acirrada na partida Juventus x Rio Preto. Foto: Emerson Ortunho.
No segundo tempo, o Juventus que deveria partir para cima demorou para engrenar e o jogo teve pelo menos uns 15 minutos de marasmo total. Mas quando a partida já começava a se tornar desesperadora para o time da casa, a equipe resolveu partir com tudo para o abafa.
Juventus tenta marcar a qualquer custo na Rua Javari. Foto: Emerson Ortunho.
A equipe juventina criou algumas boas chances, inclusive abrigando o goleiro Marcelo Bonan a praticar pelo menos um milagre. Mas não era mesmo dia do time da Mooca e o final da partida acabou chegando com o placar adverso.
O Rio Preto tenta ficar com a posse de bola para segurar o resultado. Foto: Emerson Ortunho.
Final de jogo: Juventus 0 x 1 Rio Preto. O Juventus perdeu a grande chance de dar um tchau ao rebaixamento, pois segundo o matemático JR (ex-Jandir), 20 pontos livram qualquer equipe da degola. Então agora o Juventus pra não depender de ninguém, deve conquistar 4 pontos contra o Guarani e o São Paulo. O Rio Preto com a importantíssima vitória, conseguiu voltar a tona e dar mais uma inspirada de ar, mas, assim como o Juventus, o fantasma do descenso ainda vai dormir com toda equipe até a última rodada do Paulistão.
Depois do jogo a novidade foi encara mais uma rodada do trânsito paulistano.
Confira o 3º Sorteio JP com a camisa do Osvaldo Cruz
Olá pessoal!
E já temos o felizardo ganhador do 3º Sorteio JP!!!
E a camisa do Osvaldo Cruz Futebol Clube, oferecidada pela Deka Sports, vai para o Luiz Antonio Soares Filho, de Foz do Iguaçu, PR. E pela primeira vez a camisa saiu para um ganhador de fora do Estado de São Paulo!
Camisa que será entregue ao Luiz Antonio de Foz do Iguaçu, PR. Foto: Orlando Lacanna.
Para concorrer era preciso responder a seguinte pergunta: "O que aconteceu com o Seu Natal na arquibancada do Brinco de Ouro no jogo Guarani x Chapecoense no dia 05/03/2008?" E a resposta correta era: O Seu Natal dormiu, sendo aceitas também as respostas: capotou, ou deu uma dormidinha básica. Desta vez tivemos quase 99% de acertos, mas também a resposta era facílima, não é mesmo?
Parabéns Luiz Antonio!!! E novamente fazemos um agradecimento especial a todos os participantes!
E para você que ainda não teve sorte, vamos já soltar uma boa notícia: vem aí o 4º Sorteio JP e desta vez a camisa será a do União Futebol Clube, de Mogi da Cruzes, mais uma vez oferecida pela Deka Sports. Aguardem a divulgação oficial!!!
Continuando com a cobertura do Paulistão da Série A2, depois de conferir um jogão no sábado em Americana, no domingo pela manhã desci a Serra do Mar em direção à quentíssima cidade de Santos, para acompanhar no Estádio Ulrico Mursa, a partida A.A. Portuguesa x Oeste F.C. da cidade de Itápolis que valeu pela décima sexta rodada da primeira fase do campeonato.
Com o afunilamento da competição e pela pequena diferença de pontos entre as equipes na tabela de classificação, as partidas acabam ganhando uma importância muito grande, transformando cada jogo em quase uma decisão e, nessa partida, a situação não era diferente, pois o vencedor poderia continuar sonhando com a classificação à fase semifinal, enquanto o perdedor permaneceria próximo às últimas colocações correndo risco de rebaixamento.
Como tem sido praxe aqui no JOGOS PERDIDOS, começo apresentando os times e os árbitros nas fotos abaixo que novamente são EXCLUSIVAS.
Quarteto de arbitragem formado por Luciano Guilherme Coelho, seus assistentes Carlos Alberto Funari e João Edilson de Andrade, além do quarto árbitro Leandro Bizzio Marinho. Foto: Orlando Lacanna.
Apesar do forte calor, o jogo começou num ritmo bem animado com a Portuguesa Santista tentando sair logo de cara para o campo de ataque, porém rapidamente foi possível perceber que o Oeste iria ser um osso duro de roer. Nos primeiros dez minutos a Briosa chegou poucas vezes ao setor ofensivo mais na base do entusiasmo do que com jogadas trabalhadas.
Tentativa de ataque da Briosa pelo lado esquerdo. Foto: Orlando Lacanna
Logo aos 13 minutos o time do interior teve o seu atleta Peaberu expulso de campo e isso poderia indicar um pouco mais de facilidade para o time santista, mas não foi o que aconteceu, pois o time não se encontrava em campo e errava muitos passes, além de chutar pouco ao gol adversário, mas mesmo assim a Portuguesa teve uma boa oportunidade no finalzinho do primeiro tempo com o atacante "furando" na cara do gol. Antes desse lance, o time de Itápolis teve sua chance que também não foi aproveitada e por conta disso, o empate em branco perdurou até o fim da primeira etapa.
Confusão na área do Oeste com a Briosa não conseguindo concluir. Foto: Orlando Lacanna.
Defesa do goleiro Kiko da Portuguesa. Foto: Orlando Lacanna.
No decorrer do intervalo, além da busca pelo precioso líquido, deixei o gramado para ir me instalar numa das cabines de imprensa para fugir do calor infernal do meio-dia.
Partida reiniciada e novamente a Briosa tomou iniciativa de ir ao ataque e ao 10 minutos perdeu boa chance para abrir o placar, numa bela jogada de Edson Souza que mandou a bola contra o travessão e no rebote o goleiro Gledson do Oeste praticou importante defesa.
Cruzamento passeando pela área do Oeste sem aproveitamento pelo ataque luso. Foto:Orlando Lacanna.
Aos 20 minutos o zagueiro Diogo Augusto da equipe santista foi expulso, igualando as duas equipes com um atleta a menos. Ao longo dessa etapa ficava a impressão de que a Portuguesa poderia jogar até o dia seguinte que não conseguiria abrir o placar, enquanto o Oeste, jogando com mais tranqüilidade e inteligência poderia chegar à marcação do seu gol a qualquer momento.
Outro cruzamento não aproveitado pelo ataque santista. Foto: Orlando Lacanna.
Aos 35 minutos aconteceu o que a torcida lusa mais temia, ou seja, o Oeste chegou ao seu gol marcado pelo avante Cortez que fez o giro rápido em cima do zagueiro e fuzilou o arqueiro Kiko que se esticou todo, mas não conseguiu evitar que a bola fosse para o fundo da sua meta.
Momento exato do gol da vitória do Oeste. Foto: Orlando Lacanna.
Após ter sofrido o gol, as coisas ficaram ainda mais difíceis para os donos da casa que não conseguiam arquitetar uma jogada que fosse para tentar pelo menos o empate, desagradando os 593 espectadores que protestavam com veemência.
Quando o árbitro trilou o apito pela última vez, o placar apontava Portuguesa Santista0 - 1 Oeste que fez com quê o time de Santos caísse uma posição na tabela de classificação (da 12ª para a 13ª), se aproximando perigosamente da zona de rebaixamento, ao passo que o time de Itápolis, apesar de permanecer na mesma posição (9ª), conseguiu chegar bem próximo ao G8, estando apenas a um ponto do oitavo colocado. O time rubro-negro mereceu a vitória e poderá chegar à semifinal.
Fim de jogo e início da subida da Serra do Mar para chegar em São Paulo e curtir um almoço de Páscoa em família. Foi isso.
No sábado passado tvemos mais uma tarde única pelo Campeonato Paulista da Série A-3. Parte do pessoal do JP foi para o Estádio Nicolau Alayon para o jogo entre Nacional e União Barbarense. Além do que vos escreve, o Emerson, o David e o Jurandyr deram as caras por lá. Antes do jogo fomos brindados com uma trilha sonora perfeita, que incluiu muito AC/DC e essas canções nos insprara bastante. Ah, e mais uma vez seguem as fotos oficiais do jogo, de forma exclusiva:
Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.
UA Barbarense FC - Santa Bárbara D'Oeste/SP. Foto: Fernando Martinez.
Por ser o único jogo que iria acompanhar no feriado de Páscoa, esperava muito da partida, já que o Naça estava embalado e a Barbarense precisava da recuperação. Mas o que vimos em campo foi um jogo beeeem morno, até demais nos primeiros 45 minutos. O melhor do primeiro tempo, além de ataques esparsos dos dois times, foi jogar conversa fora com o Rafael Lusitano. Morador das redondezas, ele sempre pinta lá no Naça para ver o time ferroviário em campo. Muita história rolou nos primeiros 45 minutos.
Cruzamento para dentro da área dos visitantes. Foto: Emerson Ortunho.
Os dois times perderam cada um uma chance de fazer o seu e o jogo foi para o intervalo sem a abertura do placar. No intervalo encontramos o Guilherme, antigo frequentador do local, gente boa e o Frango Selvagem do Rock and Roll. Lá também um atento Fernando Correia não largava sua revista semanal da mão em busca de mais informações sobre as indústrias vitais da Suazilândia.
Jogador do Nacional tenta jogada pela esquerda. Foto: Fernando Martinez.
O segundo tempo então veio e com ele um pouco mais de emoção. O jogador Felipe Blau foi expulso na equipe visitante e o jogo abriu mais. Os times perderam ótimas chances, em especial o União, que teve bola na trave e tudo.
Chance para o Naça no segundo tempo de jogo. Foto: Fernando Martinez.
Mas os atacantes das duas equipes não estavam em seus dias mais inspirados e perderam a chance de melhorar a classificação dos seus times na tabela. A torcida ainda marcou sua presença e quase saiu briga entre torcedores das duas equipes. Mas o pessoal do deixa-disso estava mais ligado do que todo mundo e colocou panos quentes nas confusões.
Ataque do Nacional, em dia não tão inspirado. Foto: Fernando Martinez.
E no final não teve jeito mesmo: Nacional 0-0 União Barbarense. Os dois times continuam na mesma na tabela. O União em 5ºlugar e o Naça em 9º, separados apenas por dois pontos. Bom, depois do jogo ainda fui curtir a noite de sábado procurado discos em lojas por aí, tarefa sempre agradável de se fazer. E no domingo? Só Páscoa mesmo, já que ir em jogo em dias assim é tarefa para campeões de cambau.
Mesmo num final de semana que normalmente é dedicado à família, por conta da comemoração da Páscoa, o JOGOS PERDIDOS não deixou de estar presente a alguns jogos válidos pelos campeonatos de acesso do futebol paulista, sendo que a mim coube cobrir duas partidas válidas pela décima sexta rodada da primeira fase do Paulistão da Série A2. O primeiro jogo da minha jornada dupla estava marcado para a importante cidade de Americana para onde segui no sábado à tarde e me dirigi ao belo Estádio Décio Vitta, local da partida Rio Branco E.C. x A. Monte Azul.
Essa partida era de extrema importância para as duas equipes que estavam, situadas na parte de baixo da tabela de classificação (14ª e 15ª posições) e conforme o Presidente do Monte Azul comentou comigo, dependendo do resultado a sua equipe poderia ir do "céu ao inferno", pois se ganhasse poderia se aproximar do bloco das equipes que lutam pela classificação à segunda fase, mas se perdesse, chegaria mais próxima à zona de rebaixamento. A situação do Rio Branco era a mesma e, por isso, a partida prometia pelo seu caráter quase decisivo.
Antes de começar a relatar a partida, vamos com as fotos das equipes e dos árbitros que para variar são EXCLUSIVAS.
Rio Branco E.C. - Americana/SP. Foto: Orlando Lacanna.
A. Monte Azul - Monte Azul/SP. Foto: Orlando Lacanna.
Quarteto de arbitragem formado por Sérgio da Rocha Gomes, seus assistentes Luís Alexandre Nilsen e Alexandre David, além do quarto árbitro Felipe Macabeli Menezes, e os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.
O Tigre de Americana começou a todo vapor, indo com tudo para o campo de ataque e logo apareceram a habilidade e velocidade do meia Felipe de apenas 17 anos, que disputou a final da Copa São Paulo de Juniores. As boas jogadas de ataque do Rio Branco morriam nas mãos do experiente goleiro do AMA, Márcio Pintinho, que dava sinais que estava numa tarde inspirada.
Ataque perigoso do Rio Branco pela ponta esquerda. Foto: Orlando Lacanna.
Mesmo acuado no seu campo de defesa, o Monte Azul era perigoso nos contra-ataques e, num deles, chegou ao seu primeiro gol marcado por Jó aos 10 minutos em jogada que nasceu pela esquerda. Em desvantagem no placar, o Rio Branco acelerou o ritmo da partida e aumentou ainda mais o volume de jogadas ofensivas, mas o goleiro do Azulão estava iluminado e nada da bola entrar.
Mais um ataque do Rio Branco que resultaria em outra boa defesa de Márcio Pintinho. Foto: Orlando Lacanna.
Para piorar as coisas para os donos da casa, o Monte Azul chegou ao seu segundo gol aos 25 minutos por intermédio de Marcinho que recebeu livre em jogada que começou pela direita. A maioria das pessoas que estavam no estádio não acreditava no que estava vendo, pois o Rio Branco atacava quase sempre com perigo e, o Monte Azul, em duas escapadas marcou duas vezes.
Mais uma jogada ofensiva do time de Americana. Foto: Orlando Lacanna.
Apesar da desvantagem de dois gols, o time alvinegro não desanimou e continuou insistindo, porém o milagreiro Márcio Pintinho continuava intransponível, até que finalmente aos 37 minutos, chegou ao seu gol através de Kelisson que aproveitou uma sobra de bola após disputa pelo alto entre o goleiro visitante e o atacante Lincoln. Ufa! Finalmente o Rio Branco conseguiu marcar e tinha todo o segundo tempo para tentar virar o marcador.
Durante o intervalo o papo foi a excelente atuação do goleiro do AMA e a expectativa de até quando ele conseguiria parar o ataque do time de Americana.
Partida reiniciada e a toada continuou a mesma, ou seja, o Rio Branco indo com tudo e o AMA tentando se segurar, mas aos 12 minutos não teve jeito, pois o Tigre chegou ao empate num gol marcado por Fabricio em jogada que teve início na meia esquerda e ainda contou com um desvío de Kim do Monte Azul.
Desolação do goleiro Márcio Pintinho com o gol de empate. Foto: Orlando Lacanna.
O razoável público presente foi a loucura e passou e incentivar ainda mais o time da casa em busca da virada, mas acabou tomando um baita susto aos 33 minutos quando o Azulão quase desempatou com a bola carimbando o poste direito do goleiro Cristiano.
A partida continuou num ritmo sensacional e, aos 37 minutos o zagueiro e capitão Diguinho colocou o Rio Branco em vantagem no placar, marcando o terceiro gol aproveitando rebote de Goiano do AMA que salvou em cima da linha fatal arremate após cobrança de escanteio pelo lado direito.
Goleiro do AMA sentado dentro da meta lamentando a virada. Foto: Orlando Lacanna.
Quando tudo indicava que o Rio Branco iria administrar o resultado favorável, acabou mostrando apetite para matar de vez o jogo, chegando ao seu quarto gol, aos 43 minutos, marcado por Matheus numa bela jogada pela esquerda que culminou com um chute cruzado que entrou no canto esquerdo de Márcio Pintinho.
Bola no fundo da meta do Monte Azul no quarto gol do Tigre. Foto: Orlando Lacanna.
Partida encerrada com o novo placar eletrônico apontando Rio Branco 4 - 2 Monte Azul num dos melhores jogos que acompanhei nesse ano. A vitória de virada levou o time da casa da 15ª para a 11ª posição com 20 pontos, ficando apenas a quatro pontos do grupo que briga pela classificação e, como ainda restam três jogos, poderá chegar. A situação do Monte Azul piorou, uma vez que permaneceu com 17 pontos e caiu da 14ª para a 16ª posição, ficando muito perto da zona de degola.
Apito final e início do meu retorno a São Paulo, para o tradicional descanso, pois no domingo pela manhã a cobertura iria continuar em outra cidade, mas isso é conversa para depois. Aguardem.
Juventus abre vantagem importante na Copa do Brasil!
Opa,
Nessa quarta-feira à noite tivemos a chance de brindar o nosso maior número de visitas num só dia aqui no JP com uma partidinha básica de futebol. Mesmo sendo um jogo no fim do mundo, e no ingrato horário das 10 da noite, eu e o Jurandyr, acompanhados do amigo Fernando Correia, seguimos até a longínqua Santa Bárbara D'Oeste para um jogo da Copa do Brasil 2008. No Estádio Antônio Guimarães, vimos a partida de ida da segunda fase entre Juventus e Náutico.
Esse jogo serviu para mostrar que temos sim jogos perdidos em torneios "não-perdidos", afinal de contas, um jogo em campo neutro com o Juventus mandante, longe da sua cidade natal e em horário horroroso é algo que certamente não levaria 15 mil pessoas no estádio. Tanto que os bravos 206 presentes comprovam nossa teoria.
A viagem rolou de forma tranqüila e com muita conversa futebolística dentro do carro. A chegada em Santa Bárbara foi mais tranqüila ainda, e logo conseguimos a autorização para entrar no gramado nessa competição nacional e fazer as fotos oficiais do jogo. Pena que o Náutico não tenha sido gentil e não tenha posado, mesmo com cinco pedidos meus e dos fiscais da FPF. Pena, mas as fotos EXCLUSIVAS do Juventus e do quarteto de arbitragem seguem abaixo:
CA Juventus - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.
Quarteto de arbitragem da partida. Foto: Fernando Martinez.
E o jogo inédito em competições oficiais prometia bastante, já que as duas equipes vivem momentos difíceis nos estaduais e a Copa do Brasil sempre é uma motivação a mais para os times. Depois das fotos então fui para as numeradas aonde se encontrava o pessoal juventino para curtir o jogo.
E qualquer tipo de medo de um massacre pernambucano foi dizimada nos primeiros minutos de partida. O Náutico criou apenas uma boa chance no começo e depois disso só deu Juventus. O time grená jogava de forma precisa e aos 16 minutos foi premiado com seu primeiro gol. Depois de cobrança de escanteio, o goleiro Eduardo fez uma defesa ótima em cabeçada de Gazaroto, mas a bola acabou sobrando para o atacante Lima, que completou e fez a festa dos doidos da Javari presentes em Santa Bárbara.
Atendimento rápido para atleta juventino no começo do jogo. Foto: Fernando Martinez.
Bola disputada na lateral de campo. Foto: Fernando Martinez.
O gol não diminuiu o ímpeto juventino, que continuou em cima do Timbu. Só depois dos 30 minutos que o onze pernambucano passou a ameaçar um pouco, mas todas as chances de gol foram defendidas pelo arqueiro Marcelo, em noite extremamente inspirada.
Uma visão geral do jogo entre Juventus e Náutico com a torcida pernambucana ao fundo. Foto: Fernando Martinez.
Enquanto isso o Jurandyr amarrava a faixa da Ju-Jovem na grade das numeradas e após isso um princípio de confusão quando alguns garotos quiseram queimar a faixa juventina (!?). Isso mesmo, até num jogo desses rolam essas coisas, mas aqui o ocorrido não desanimou a torcida dos Atomic Grapes, que não parava de gritar um só minuto.
Jurandyr fazendo as vezes de torcedor e arrumando a faixa nas numeradas e a dúvida se é uma peruca ou um cachorro atrás do gol. Fotos: Fernando Martinez.
E o final do primeiro tempo veio com a vitória parcial dos grenás. Enquanto os times relaxavam, nós tentávamos descolar algo para beber no estádio, mas o jogo foi tão perdido que nem o pessoal dos bares apareceu. E como quem não tem cão caça com gato, pessoal mais desesperado da arquibancada foi se refrescar tomando água torneiral no banheiro de lá. Uma opção extrema, podemos dizer assim.
O segundo tempo então veio, e a esperança da torcida do Náutico para que o time melhorasse fez água logo no começo. O Juventus apresentava um futebol que ainda não mostrou no Paulistão e não dava espaços aos visitantes. E aos 6 minutos mais uma vez a torcida fez a festa. Numa jogada pela esquerda, a bola sobrou novamente para o atacante Lima, que invadiu a área e chutou cruzado. Juventus 2 a 0.
Detalhe da presença maciça da torcida Ju-Jovem em Santa Bárbara. Foto: Fernando Martinez.
Visão geral, agora de outro ângulo. Foto: Fernando Martinez.
O pessoal do Náutico não acreditava no que estavam vendo, o time jogando um futebol abaixo da crítica e sofrendo uma derrota parcial. Mas o Náutico então se lançou ao ataque e foi a vez da defesa juventina e do goleiro Marcelo fazerem suas partes. A defesa se mostrava impecável, e nas bolas que o Náutico conseguia chutar o goleiro grená foi perfeito, não dando nem rebote.
Tiro de meta batido pelo arqueiro do Náutico. Foto: Fernando Martinez.
Nesse tempo o Jurandyr já se encontrava atrás do gol defendido pelo goleiro do Náutico sem se preocupar com o amanhã e gritava sem parar motivando os jogadores do Juventus. E o time grená ainda perdeu a chance de matar de vez a classificação em duas ou três oportunidades de gol em contra-ataques desperdiçados.
Preparação para cobrança de falta dentro da área visitante no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez.
E marcando bastante, mas sem ser violento, o Juventus neutralizou o ataque do Náutico até o apito final do árbitro. Final de jogo: Juventus 2-0 Náutico. Bela vitória dos paulistas, que agora podem até perder por um gol de diferença que ainda assim se classificam para a terceira fase. Mas jogar num Estádio dos Aflitos lotado e cheio de pressão não será nada fácil para os grenás, e o Náutico promete devolver a derrota dentro dos seus domínios.
Bom, depois do jogo voltamos para São Paulo com muito rádio dentro do carro e direito até a um providencial lanchinho num restaurante na beira da Bandeirantes. Afinal de contas, ninguém é de ferro. E nesse meio-tempo novamente falamos sobre os jogos e viagens que ainda rolarão. Se a verba e o tempo permitir, muita coisa boa vem por aí...
E nesse fim-de-semana de Páscoa tem muito futebol!
Como sempre fazemos em ocasiões especiais aqui no JOGOS PERDIDOS, tivemos um acontecimento essa semana digno de registro aqui no blog. Na última quarta-feira batemos nosso recorde diário de visitas. Isso mesmo, conseguimos superar a nossa marca de 3.900 visitasnum só dia quando da nossa participação ao vivo no programa Bola na Rede! da Rede TV!, em 07 de janeiro de 2007.
Acreditávamos que essa marca seria insuperável, e que dificilmente chegaríamos perto de um número tão significante desses. E não é que acordamos na quarta-feira com menção do JP na primeira página do UOL? Tudo graças a nossa matéria no jogo entre Portuguesa x Marília e o registro de uma curiosidade no placar do estádio. A menção, combinada com a foto gerou nada mais nada menos do que 11.346 visitas durante todo o dia 19 de março!!
Deixamos aqui então um obrigado especial a todos vocês que fazem o JP crescer a cada dia. E deixamos também o agradecimento ao pessoal do UOL, sempre tão atentos com o nosso conteúdo, a cada dia mais reconhecido como sendo sério e verdadeiro.
Fechando os jogos do último final-de-semana, no final da tarde de domingo tivemos a chance de ver mais um jogo do Campeonato Paulista 2008. E para marcarmos de novo nossa presença, voltamos ao Estádio do Canindé para o jogo entre Portuguesa e Marília. Junto comigo o Jurandyr esteve presente e lá encontramos o amigo Fernando Correia, todos esperando uma boa partida numa tarde/noite chuvosa de domingo.
Antes do jogo duas novidades: primeiro o fantástico placar do Canindé dando uma "Viajada" e anunciando duas equipes fantasma por lá e a outra foi o genial uniforme do MAC, com meias e calções pretos e camisa laranja fluorescente. Isso mesmo, o time do interior jogou de camisas laranjas, fato que aconteceu pela segunda vez no campeonato, como um pessoal de Marília nos disse. Como nós sempre gostamos de fatos diferentes, pelo menos eu aprovei a inovação.
Notem que o placar do Canindé mostrava um hipotético jogo entre "Portugusa" x "Marilha". Depois da palavra "Décifit" no Brinco de Ouro, a moda agora é inventar moda por aí. Foto: Fernando Martinez.
E o jogo era propício para o rubro-verde afundar ainda mais o Marília na tábua de classificação. O time azul está nas últimas posições e a ameaça de rebaixamento é preocupante. A Portuguesa então teria a obrigação de vencer e garantir os três pontos em casa, já que o time ainda busca a classificação.
E a Lusa começou bem a partida, tentando explorar a má campanha dos visitantes em chances de gol. E criou muitas oportunidades de abrir o placar, fato que acabou acontecendo aos 16 minutos. O zagueiro Bruno Rodrigo recebeu bola dentro da área e cabeceou. A pelota tocou na trave direita, nas costas do goleiro Giovane e entrou. Lusa 1 a 0.
Notem o Marília com sua camisa a là Força esperando um escanteio no ataque da Lusa no primeiro tempo. Foto: Fernando Martinez.
E o jogo continuou com várias chances para a Portuguesa ampliar, mas todas foram desperdiçadas. O rubro-verde entãoi poderia ir para o intervalo com uma vantagem maior caso o árbitro Marcelo Ribeiro tivesse marcado um pênalti que nos pareceu muito claro aos 43 minutos. Além da não marcação, o atacante Christian ganhou um amarelo por simulação. Nem precisamos dizer que o lance foi bastante contestado pelos jogadores e torcida da Portuguesa. Fora então que o time quase toma o empate aos 45, mas o goleiro André Luís salvou. E o jogo foi para o intervalo com 1 a 0 mesmo.
Disputa de bola no meio-de-campo do jogo entre Portuguesa x Marília. Foto: Fernando Martinez.
Escanteio para o Marília no segundo tempo de jogo. Foto: Fernando Martinez.
Bom, aproveitamos então o intervalo para fazermos contas e rotas para uma possível viagem que pode rolar muito em breve. Com a logística que já é perfeita aqui do pessoal do JP, podem ter certeza que vamos conseguir trazer jogos bons para cá.
No segundo tempo, o Marília resolveu apostar na tradição e voltou sem seu uniforme doido. Talvez tenham pensado que o mesmo possa ter dado azar. Mas fato é que realmente o time visitante melhorou seu futebol e aproveitou uma Portuguesa que jogou com certa indolência para criar chances de empate.
A maior chance de gol do MAC no segundo tempo, que não resultou no empate para infelicidade da equipe do interior. Foto: Fernando Martinez.
Pressão do Marília no final do jogo, já que a derrota complicaria ainda mais a situação do time. Foto: Fernando Martinez.
Mas de certo mesmo só duas chances foram criadas com bastante perigo durante os 45 minutos finais, uma de cada lado. A torcida da Lusa reclamou bastante do futebol da equipe, e mesmo ganhando o jogo, não ficou satisfeita com a apresentação do time. E no final deu mais uma derrota do MAC: Portuguesa 1-0 Marília.
O resultado leva a Portuguesa aos seus 24 pontos e ainda mantém aceso o sonho da classificação. Já o Marília fica com seus 13 pontos em 18º lugar. Pior que as derrotas, a torcida fica preocupada com a falta de gols da equipe, que não marca desde o jogo contra o Noroeste, em 21 de fevereiro. Depois da vitória rubro-verde então, voltei para meu QG no Pari e depois fui curtir a noite paulistana numa ótima lanchonete na Zona Oeste. Já que o domingo à noite é tão ruim, vamos tentar melhorá-lo, não é mesmo?
No último domingo eu fui acompanhar o meu joguinho do fim-de-semana. Então segui com o Fernando até Guarulhos no simpático Estádio Municipal Antônio Soares de Oliveira para acompanhar a partida Flamengo x Taubaté, valendo pela Série A3 do Paulistão. Por lá encontramos o grande Seu Natal com sua nova caranga. Sem mais delongas vamos com as fotos oficiais da partida.
Quarteto de arbitragem formado pelo árbitro Sérgio Benedito Júlio, pelos assistentes Luiz Antonio Corrêa e Alexandre David e pelo quarto árbitro Uelington Rosa Pereira. Foto: Emerson Ortunho.
O jogo começou com total domínio do Flamengo, o Taubaté totalmente perdido em campo, se acuou na defesa e começou a levar uma seqüência de ataques. E não demorou muito para o primeiro gol sair, Tobias recebeu passe da esquerda e logo aos 6 minutos mandou um tirambaço de fora da área, o goleiro do Taubaté nem foi na bola e ela morreu no fundo das redes.
O lateral Tobias chuta para marcar o primeiro gol do Flamengo. Foto: Fernando Martinez.
O goleiro do Taubaté afasta o sufuco da sua área. Foto: Emerson Ortunho.
Mesmo com 1 a 0 no placar o jogo continuou igual e parecia que uma goleada seria inevitável. O jogo seguiu e aos 16 minutos, Maicom ampliou o marcador para os donos da casa. Depois do segundo gol, mesmo com o Taubaté ainda perdido em campo, o Flamengo não conseguiu marcar novamente e o jogo seguiu com os 2 a 0 para o intervalo.
Escanteio para o Flamengo no primeiro tempo da partida. Foto: Fernando Martinez.
Depois dos tradicionais refrigerantes e um bate-papo básico, fomos acompanhar a segunda etapa que recomeçou de forma surpreendente. O Taubaté que fez um primeiro tempo pífio, voltou melhor no jogo e começou a buscar o gol com bastante vontade. O Flamengo continuou tentando impor seu futebol, mas o panorama do jogo já era totalmente outro. Tanto que o Burro da Central conseguiu um pênalti a seu favor aos 8 minutos. Renatinho cobrou e diminui o marcador.
Renatinho converte pênalti diminuindo para o Taubaté. Foto: Emerson Ortunho.
Com o placar apertado, o Flamengo tentou definir a partida e aí começou a buscar e a perder muitos gols. Já os visitantes mantinham um bom futebol, explorando rápidos contra-ataques. Assim, o jogo seguiu, e entre as tentativas do Flamengo, e os contra-ataques do Taubaté, quem se deu melhor foi o Burro. A equipe chegou ao empate no finalzinho, tudo para deixar um gosto amargo na garganta do time da casa. O gol saiu aos 44 minutos, quando Abel, totalmente livre, escorou de cabeça um cruzamento e mandou a bola para o fundo das redes. Depois do gol, o Flamengo tentou ir para cima no tradicional abafa, mas o empate estava decretado.
O Flamengo pressiona para conseguir a vitória em casa. Foto: Emerson Ortunho.
Final de jogo: Flamengo 2 x 2 Taubaté. O Flamengo tem um bom time e deve chegar na segunda fase, mas a bobeira desse jogo tem que servir de lição para todos. O Taubaté é uma incógnita: se seguir com o futebol do primeiro tempo cai para a segundona com certeza, mas se jogar o futebol do segundo, pode se livrar do descenso.
Depois da partida voltamos para São Paulo, e eu dei uma das últimas passadas pelo Pari, para deixar o Fernando, já que em breve ele não terá mais raízes naquele bairro.
Serpente do Tietê quebra invencibilidade do Leão da 13
Olá,
Terminando com chave de ouro minha jornada tripla do último final de semana, depois de ter ido a Guarulhos e Sorocaba no sábado, saí da cama bem cedinho no domingo e rumei com destino a cidade de Mogi das Cruzes para acompanhar no Estádio Prefeito Francisco Ribeiro Nogueira, também chamado de Nogueirão, a partida entre o União F.C. e o União Agrícola Barbarense F.C. que valeu pela décima rodada da primeira fase do Paulistão da Série A3.
Lá chegando, tive a oportunidade de bater um papo com várias pessoas ligadas ao União Barbarense, dentre elas o seu técnico e o editor do jornal Diário de Santa Bárbara, o Maracanã. Falamos sobre a excelente campanha do time até o momento, futuras contratações e é lógico sobre os acontecimentos envolvendo a minha pessoa quando do jogo contra o Linense. Tudo foi esclarecido e encerrado na santa paz. Um abraço a todos.
Antes de o jogo começar o favoritismo do time de Santa Bárbara D'Oeste era natural, pois além da ótima campanha, era um dos dois times invictos na competição (o outro continua sendo o Linense) e, se não bastassem essas credenciais, o União Mogi não vinha bem na competição, estando inclusive enfrentando diversos problemas fora de campo, segundo fui informado por alguns atletas. Como em futebol nem sempre a lógica prevalece, o jeito era aguardar a bola rolar e, para começar apresento os protagonistas de mais essa partida nas fotos abaixo:
União F.C. - Mogi das Cruzes/SP. Foto: Orlando Lacanna.
Equipe de arbitragem formada por Cristiano Luís Nalesso, seus assistentes Luciana da Silva Ramos e João Edilson de Andrade, além do quarto árbitro Emiliano Alves Costa, com os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.
Bola rolando e nos primeiros quinze minutos o União Mogi mostrava mais disposição, enquanto que o União Barbarense atuava com mais cautela, mas não deixava de dar uma ou outra estocada na defesa dos donos da casa, sendo que numa delas o bom goleiro Felipe foi obrigado a praticar difícil defesa.
Defesa do goleiro Felipe do União Mogi. Foto: Orlando Lacanna.
Com o passar do tempo, o União Mogi criou mais coragem e foi para cima da defesa dos visitantes, tendo conseguido um pênalti aos 20 minutos que nasceu de um toque de mão do zagueiro adversário. Bola na marca de cal esperando a cobrança que foi feita com perfeição pelo zagueiro e capitão Gustavo Bastos, inaugurando o placar.
Goleiro num canto, bola no meio e o União abrindo o marcador. Foto: Orlando Lacanna.
Em vantagem, o time vermelho foi ganhando confiança e não dava espaço ao adversário que não conseguia se acertar em campo. Se o União Mogi tivesse um pouco mais de ousadia, talvez conseguisse aumentar a sua vantagem, mas como isso não aconteceu, o primeiro tempo terminou mesmo com 1 a 0 a favor dos anfitriões.
Tentativa de início de ataque do União Barbarense. Foto: Orlando Lacanna.
No intervalo tentei experimentar o hot dog de uma barraquinha que fica no interior do estádio, mas foi impossível, pois quase todos tiveram a mesma idéia e aí não deu para chegar nem perto da "tia" que preparava os lanches. Não deu para comer, mas deu para conversar com alguns torcedores dos dois times e é interessante verificar como as opiniões são bem diferentes sobre um mesmo lance.
Voltando ao jogo, o União Barbarense retornou com uma alteração no seu ataque que foi a entrada do atacante Bachim que incendiou o jogo, tendo empatado a partida logo aos 2 minutos, aproveitando de cabeça cruzamento feito pela direita. Um minuto após, o mesmo atacante quase marca o seu segundo gol, obrigando o goleiro Felipe a praticar outra difícil defesa. Logo em seguida, o Leão da 13 chegou a marcar, porém o gol não foi validado em razão da marcação de impedimento pelo assistente.
Outra boa defesa do goleiro Felipe do União Mogi. Foto: Orlando Lacanna.
Nos primeiros cinco minutos o União Barbarense fez mais do que havia realizado até então no jogo todo. Quando tudo indicava que o União Mogi fosse se encolher por conta da avalanche de ataques que sofreu, a "Serpente do Tietê" deu o bote e, logo aos 15 minutos colocou uma bola no poste esquerdo do goleiro Thiago Passos e, aos 29 minutos chegou ao segundo gol marcado por William em boa jogada individual pela meia direita.
Jogada perigosa do ataque da Serpente do Tietê. Foto: Orlando Lacanna.
Em desvantagem, o União Barbarense acelerou ainda mais o ritmo da partia, criando pelo menos duas boas chances que não foram aproveitadas. O União Mogi ainda teve o atleta Tiago expulso nos minutos finais, mas mesmo assim segurou a bronca, mostrando uma garra incrível.
Disputa de bola com as bochechas cheias. Foto: Orlando Lacanna.
O jogo estava tão bom que lamentei quando o árbitro deu o apito final, mesmo com o estômago vazio, ficaria mais um tempinho acompanhando o espetáculo. O placar final registrou União Mogi 2 - 1 União Barbarense, que quebrou a invencibilidade dos interioranos, mas não foi suficiente para tirar os barbarenses do G8. Para o União de Mogi foi a vitória da superação e o renascimento da esperança de uma melhor campanha.
Fim de jogo e imediato retorno para São Paulo para finalmente ter um período maior de descanso, após acompanhar três jogos praticamente seguidos.
Dando continuidade à minha cobertura tripla pelo JOGOS PERDIDOS, após ter ido até Guarulhos no sábado pela manhã, no início da noite voltei a pegar a Rodovia Castello Branco e rumei em direção à cidade de Sorocaba para conferir ao jogo E.C. São Bento x Bandeirante E.C. realizado no Estádio Walter Ribeiro que valeu pela décima quarta rodada da primeira fase do Paulistão da Série A2.
Como a primeira fase da competição está se aproximando do final, as partidas acabam assumindo uma importância enorme, com as equipes buscando desesperadamente os três pontos em disputa, visando a classificação à segunda fase ou até mesmo para escapar do rebaixamento e, nesse contexto, logo senti ao chegar ao estádio, o estado de espírito dos torcedores do Bentão que não admitiam outro resultado senão a vitória, não só pela importância dos três pontos, mas também por conta da reabilitação da sapecada de 4 a 1 que o São Bento levou do seu rival local, o Atlético Sorocaba.
Antes de começar a falar da partida, vamos com as fotos tradicionais que mais uma vez são EXCLUSIVAS:
E.C. São Bento - Sorocaba/SP. Foto: Orlando Lacanna.
Quarteto de arbitragem formado por Philipp Lombard, seus assistentes Marcelino Tomáz de Brito Neto e Fábio Luiz Freire, além do quarto árbitro Vinícius Furlan e os capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.
Partida iniciada e os dois times se entregando de corpo e alma na disputa, mas logo foi possível perceber que o São Bento estava determinado a buscar a vitória de qualquer maneira, tanto que logo aos 11 minutos o avante Renatinho abriu o placar a favor dos sorocabanos numa ótima jogada individual que nasceu na meia esquerda e terminou com um chute rasante certeiro que entrou no canto esquerdo do goleiro Cristiano.
Bola estufando a rede do Bandeirante no primeiro gol do Bentão. Foto: Orlando Lacanna.
Mesmo com a vantagem no placar, o time da casa continuou jogando ofensivamente, dando muito trabalho ao setor defensivo dos visitantes, embora não tenha criado muitas oportunidades para ampliar o marcador.
Jogada ofensiva do São Bento pela ponta direita. Foto: Orlando Lacanna.
Após os primeiros trinta minutos, o Bandeirante passou a forçar mais as jogadas ofensivas, mas não foram suficientes para modificar o resultado e, com isso o primeiro tempo terminou com a vantagem mínima a favor do time da casa.
Defesa do São Bento tropeçando, mas tirando o perigo da sua área. Foto: Orlando Lacanna.
Como a noite estava maravilhosa, passei a maior parte do intervalo fotografando e admirando a lua espetacular que se fazia presente no céu sorocabano. Para quem passou a manhã toda debaixo de chuva, esse cenário foi reconfortante.
Deixando a lua de lado e retornando à partida, o São Bento voltou de maneira fulminante e, logo no primeiro minuto chegou ao seu segundo gol marcado por Evérton em ótima jogada pela meia esquerda. Esse gol deu uma atordoada no time de Birigui, mas mesmo assim o BEC poderia ter diminuído a diferença, pois perdeu uma boa oportunidade aos 9 minutos com a bola indo para fora numa jogada em que o goleiro Alencar do São Bento já estava batido no lance.
Lance da partida no meio de campo. Foto: Orlando Lacanna.
Depois que o BEC perdeu essa chance, deu uma murchada, permitindo ao São Bento passar a ter o domínio quase total da partida e, como conseqüência, chegou ao seu terceiro gol, marcado novamente por Éverton, aos 25 minutos, num tirambaço desferido da meia direita e que antes de entrar bateu no travessão. Foi um golaço que deu mais tranqüilidade aos donos da casa.
Redondinha no fundo do balaio do Bandeirante no terceiro gol do São Bento. Foto: Orlando Lacanna.
Como ao Bandeirante não restava mais nada a não ser ir ao campo de ataque tentar alguma coisa, chegou com perigo aos 29 minutos, mas não levou sorte, pois a bola se chocou contra o poste. No finalzinho da partida o São Bento ainda perdeu um gol incrível, com o jogador Cleyton livre de marcação na pequena área cabeceando para fora.
Jogada ofensiva do São Bento no finalzinho da partida. Foto: Orlando Lacanna.
Partida encerrada com o placar mostrando São Bento 3 - 0 Bandeirante que além de reabilitar o Bentão, o conduziu ao G8, deixando a pequena torcida que compareceu (503 pessoas entre pagantes e convidados) cheia de esperança de que seu time chegue à segunda fase. Para o Bandeirante nada está perdido, mas necessita de vitórias nos próximos jogos, pois só restam cinco partidas a serem realizadas até o término da primeira fase.
Tão logo o árbitro assoprou o apito pela última vez, botei novamente o pé na estrada, retornando a São Paulo para uma boa noite de sono, uma vez que no domingo pela manhã a jornada iria continuar com o terceiro jogo do final de semana. Aguardem o próximo post.
Continuando com os posts do final-de-semana, sábado parte do pessoal do JOGOS PERDIDOS esteve presente em mais uma partida do Campeonato Paulista da Série A-3. Meu plano inicial era seguir até o ABC, para o jogo do São Bernardo, mas compromissos profissionais tomaram meu tempo e acabou me sobrando apenas uma opção para ir. A pedida foi seguir até o centro de São Paulo para encontrar o seu Natal e irmos ver a partida entre Nacional e Francana, no Estádio Nicolau Alayon.
E em mais uma cortesia do JP, seguem agora as fotos oficiais da partida, mais uma vez, e como quase sempre acontece, exclusivas:
Nacional AC - São Paulo/SP. Foto: Fernando Martinez.
AA Francana - Franca/SP. Foto: Fernando Martinez.
O árbitro Marcelo Ferreira Vicente e os auxiliares Róbson da Costa e Leonardo Pedalini posam para o JP junto com os capitães dos times. Foto: Fernando Martinez.
O Nacional vinha de uma ótima vitória fora de casa, enquando a Francana tinha empatado em casa na rodada anterior. O time da cidade de Franca defendia seu 3º lugar na tábua de classificação, e o Nacional tentava melhorar o seu 11º lugar. Então esperávamos um jogo melhor do que os jogos anteriores na Comendador Souza. E lá também encontramos depois o David e o amigo Rafael Lusitano, figurinhas carimbadas no Nicolay Alayon.
E realmente o Nacional veio melhor em campo, mostrando que suas novas contratações estão dando resultado. O time jogava um pouco melhor do que os visitantes e a expulsão do jogador Rodrigão, da Francana, só ampliou o antes tímido domínio nacionalino.
Ataque do Nacional no começo de partida. Foto: Fernando Martinez.
O Nacional então teve a primeira chance clara de gol aos 25 minutos, mas só foi abrir o marcador aos 35, em golaço de Fabinho de fora da área, aonde o goleiro Cairo nem teve chance de se mexer. Naça 1 a 0. No final do primeiro tempo, o goleiro Aranha praticou ótima defesa em chute do time verde e levou o jogo com a vantagem mínima para o Nacional.
Bola disputada na lateral de campo. Foto: Fernando Martinez.
Ataque pela direita que foi impugnado pelo auxiliar número 1. Foto: Fernando Martinez.
O segundo tempo voltou com o Nacional ainda perdendo chances, mas com a Francana mais ligada no jogo e também criando alguns momentos. Mas o Naça conseguia impedir as investidas dos visitantes de forma segura, deixando sua torcida mais sossegada em relação ao futuro na competição, já que nos jogos anteriores o time não jogou tudo que sabia.
Cruzamento perigoso dentro da área da Francana. Foto: Fernando Martinez.
Mais um lance de Nacional x Francana. Foto: Fernando Martinez.
E jogando melhor, o time via o goleiro Cairo se transformar no herói do jogo, fazendo defesas importantíssimas em chutes à queima-roupa. E quando a bola passava por ele, encontrava a trave pela frente. E quando o jogo parecia que iria ficar mais fácil, aos 36 minutos, com a expulsão de mais um atleta da Francana, o zagueiro Vinícius, a Feiticeira passou a assustar bastante e pressionar o gol de Aranha.
Mas para sorte da torcida ferroviária, a pressão não resultou em nada e o Nacional finalmente venceu mais uma partida na A-3. Final de jogo: Nacional 1-0 Francana. O Nacional agora pula para a 9ª colocação enquanto a Francana cai para 4º lugar. Mas com 9 rodadas para o final da primeira fase, muita coisa pode acontecer.
Só como destaque negativo após o final do jogo, a nota 0 vai para o goleiro Cairo, que mesmo sendo o herói da partida, perdeu a cabeça e depois das provocações normais do pessoal que fica atrás do gol, se dirigiu aos torcedores e deu uma cusparada num senhor que estava assistindo a partida. Uma atitude lamentável que não condiz com a atuação do goleiro em campo. Esperamos que da próxima vez ele mantenha a cabeça no lugar, já que o trabalho está bem encaminhado.
Bom, e depois desse jogo fui curtir o friozinho do resto do sábado em casa, já me preparando para a rodada dupla do domingo, coisa que não acontecia faz tempo...
Num final de semana com ampla cobertura pelo JOGOS PERDIDOS dos campeonatos de acesso, coube a mim a agradável missão de cobrir ao vivo e em cores três partidas em três cidades diferentes. Minha jornada teve início no sábado pela manhã, debaixo de uma chuvinha que não deu trégua um segundo, indo até a vizinha cidade de Guarulhos para acompanhar no Estádio Antônio Soares de Oliveira a partida entre o Força E.C. contra a SEV da cidade de Hortolândia, válida pela décima rodada da primeira fase do Campeonato Paulista da Série A3. Cabe ressaltar que essa partida foi realizada em campo neutro em razão do estádio que o Força utiliza em Caieiras não ter sido liberado.
Mesmo com toda chuva que caiu, não deixei de conseguir as fotos tradicionais que mais uma vez são EXCLUSIVAS.
Força E.C. - São Paulo/SP. Foto: Orlando Lacanna.
SEV (Social Esportiva Vitória) - Hortolândia/SP. Foto: Orlando Lacanna.
Trio de arbitragem formado por José Maria Ferraz Filho, seus assistentes Daniel Luís Marques e Rubem Guimarães Marcondes Cezar acompanhados pelos capitães das equipes. Foto: Orlando Lacanna.
Apesar do gramado molhado, as equipes começaram a partida com uma disposição invejável e, mesmo assim, não aconteceram jogadas mais bruscas, com os dois times se respeitando. Nos primeiros quinze minutos, o time de Hortolândia exerceu um certo domínio, mas nada que preocupasse o goleiro Ivan do Força, que com o tempo foi tomando as rédeas da partida e começou a criar algum perigo à meta de Ricardo.
Acirrada disputa de bola. Foto: Orlando Lacanna.
Aos 31 minutos o time da Força Sindical inaugurou o placar num gol de cabeça de Hermes aproveitando cruzamento vindo da direita que nasceu de uma jogada que parecia perdida, sendo que o golpe de cabeça não foi forte, mas pegou o goleiro adversário no contra-pé, com a bola batendo no poste esquerdo antes de morrer no fundo da meta da SEV.
Bola indo para o fundo da meta da SEV no primeiro gol do Força. Foto: Orlando Lacanna.
Em desvantagem no placar, os interioranos tentaram sair mais para o ataque, mas invariavelmente esbarravam no sólido setor defensivo do Força que fazia uma ótima partida.
Quase no fim do primeiro tempo, o Força chegou ao seu segundo gol, marcado novamente de cabeça por Hermes, aos 40 minutos, aproveitando mais um cruzamento, agora vindo da esquerda numa cobrança de escanteio, levando para o intervalo a vantagem de 2 a 0 para o time mandante.
Bola estufando a rede da SEV no segundo gol do Força. Foto: Orlando Lacanna.
Durante o intervalo, deixei o gramado e fui me instalar na cabine de imprensa para me proteger da chuva que era incessante e, de lá, apesar da super lotação, acompanhei toda a segunda etapa que começou com domínio territorial da SEV que buscava a todo custo diminuir a diferença.
Jogada de perigo do ataque da SEV. Foto: Orlando Lacanna.
O Força se fechava e valorizava a posse da bola, fazendo com que o tempo passasse, enquanto a SEV insistia de todas as formas chegar ao seu primeiro gol e, quando conseguia realizar uma boa jogada de ataque, esbarrava na ótima atuação do goleiro Ivan, além de ter colocado uma bola no travessão. Do jeito que a coisa estava indo, a SEV poderia jogar até o dia seguinte que não conseguiria marcar.
Outra jogada perigosa de ataque do time de Hortolândia. Foto: Orlando Lacanna.
Raro momento de perigo do ataque do Força no segundo tempo. Foto: Orlando Lacanna.
Final de jogo com o placar mostrando Força 2 - 0 SEV que deixou as duas equipes em posições intermediárias na tabela de classificação, mas ainda com todas as chances de chegarem ao G8, pois além de restarem nove jogos para cada equipe, a diferença de pontos para o oitavo colocado é muito pequena, ou seja, ainda teremos muita lenha para queimar.
Jogo encerrado e início da minha aventura para retornar a São Paulo que foi super demorada em razão das chuvas e pelo caminho maluco que resolvi fazer, mas mesmo assim deu tempo de um breve descanso e um lanchinho básico para em seguida começar minha caminhada a outra cidade do interior para conferir o segundo jogo da minha jornada tripla, mas essa história fica para depois.